Sobre O Blu-Ray de Missão Quase Impossível
O Blu-ray Missão Quase Impossível (The Spy Next Door) foi codificado e autorado com sistema e processo de última geração e a categoria da imagem do filme está excelente, sem qualquer perda de qualidade.
O fato de não usar toda a capacidade do disco, não significa que esteja desperdiçando recursos e prejudicando a qualidade final, desde que se observem os critérios técnicos de compressão e utilize softwares profissionais high end para este fim.
Expandir os dados de um filme para o tamanho que a mídia azul comporta, não significa melhora na qualidade do filme, ou seja, não adianta aumentar a banda de dados apenas para ocupar o espaço que o disco oferece. Os nossos filmes são autorados pela Careware, uma empresa pioneira em autoração de Blu-Ray no Brasil.
É importante lembrar também que este filme é relativamente curto, 94 minutos, para efeito de comparação e referência, há autoração com total de vídeo de até 200 minutos em um disco de BD-25.
Atenciosamente,
Imagem Filmes.




Obrigado pela sua resposta, via Twitter (http://twitter.com/dvdmagazine/status/24539953998), sobre uma observação que fizemos relatando que o filme no formato Blu-ray intitulado “Missão Quase Impossível” está com uma qualidade de imagem apenas razoável, não condizente com o formato, onde dissemos que “BLU-RAY de ‘Missão Quase Impossível’ ocupa menos de 16Gb, quase um DVD… Essa é a Imagem Filmes!”. O respaldo da afirmação é simples, apenas técnico. Não é verdade que, conforme informado no seu blog, “expandir os dados de um filme para o tamanho que a mídia azul comporta, não significa melhora na qualidade do filme, ou seja, não adianta aumentar a banda de dados apenas para ocupar o espaço que o disco oferece”. Uma das vantagens do formato é exatamente esta, de fazer uma transferência de filmes realizados em película ou já gravados no formato digital ter maior espaço em disco para se obter uma maior compressão da imagem, já que a produção original se utiliza de uma grande quantidade de “pixels”, ou seja, o menor valor “físico” de uma imagem digital. Para que se tenha uma maior qualidade visual, quanto menor a compressão, maior será a sua qualidade de imagem, respeitando outros aspectos técnicos da limitação do formato, já que a película ou as técnicas de filmagens no formato digital superam em muito o espaço “físico” digital. A saber: menor compressão=melhor qualidade da imagem, que é administrada pelos softwares que fazem este trabalho de digitalização (ou só de compressão, dependo do caso). Há padrões de algorítimos que fazer esta compactação, neste caso em MPEG-4 AVC, o melhor “codec” disponível até o momento. Mas são necessários ajustes conforme a coloração, luminosidade, níveis de transição de contraste e outros fatores para que cada cena tenha uma melhor otimização na sua compactação. Há mais componentes envolvidos, como a taxa de transferência do leitor do para a tela da TV, chamado de “bitrate”. E, segundo softwares que dispomos para comprovar a curva desta transferência, ela está também baixa. Tem média de 12812 kbps, contra “average bitrate of 17Mbps” encontrado na resenha do site http://www.blu-ray.com, referência para o assunto. Isto independe dos esforços da empresa que é citada na resposta, onde segundo vocês ”o fato de não usar toda a capacidade do disco, não significa que esteja desperdiçando recursos e prejudicando a qualidade final, desde que se observem os critérios técnicos de compressão e utilize softwares profissionais high end para este fim”. E sabemos da competência da Careware (“os nossos filmes são autorados pela Careware, uma empresa pioneira em autoração de Blu-Ray no Brasil”), o fato não é relevante se a transferência for bem realizada. Para não tenhamos que nos aprofundar muito em quesitos mais técnicos (temos além de softwares que analisam e comprovam tudo o que dissemos, segmentos de imagem, “frames” capturados comparativos com a vossa edição e a americana), o nosso comentário é procedente. Não adianta dizer que “é importante lembrar também que este filme é relativamente curto, 94 minutos, para efeito de comparação e referência, há autoração com total de vídeo de até 200 minutos em um disco de BD-25”. Sim, é possível colocar 20 elefantes num automóvel Gol, mas garanto que eles ficariam melhor ambientados em um campo de futebol. A lembrar apenas que a capacidade de uma nova tecnologia serve para que tenhamos uma maior qualidade e seu uso de forma mais adequada garante a sua migração. Espero que estes comentários sejam avaliados apenas como uma crítica construtiva, para que todos nós, consumidores, Imprensa, distribuidoras e demais empresas envolvidas tenhamos o mesmo objetivo: satisfação com liberdade de escolha. É louvável o empenho da Imagem filmes em lançar filmes no formato, mas a qualidade é sempre fundamental. De nada adianta quantidade sem qualidade, só prejudica. O site DVD Magazine está em operação há 9 anos, sempre tentando fazer da informação imparcial uma forma de fazer com que os leitores tenham uma referência ao adquirir, seja via locação ou por compra dos produtos, a maior e melhor qualidade possível. Também erramos, mas estamos atentos. Afinal, são mais de 2 milhões de leitores, que ao longo destes anos, são a nossa força para continuarmos o nosso trabalho.
Mais uma vez gostaríamos de agradecer a oportunidade de fincarmos novamente canal para o bem de quem temos em comum: os leitores e consumidores.
Edinho Pasquale
Editor
DVD Magazine
Olá, Edinho. Agradecemos o seu retorno. Vamos melhorar a cada novo lançamento.
Atenciosamente,
Imagem Filmes.
imagem filmes, ja tem alguma possivel data para o lançamento em blu-ray de pânico 2 e 3? metade da minha coleção de blu ray’s são da imagem filmes e todos estão com audio HD e imagem em aspecto correto, espero ansiosamente panico 2 e 3.
Olá, Lourdes. Tudo bem? Ainda não há previsão de lançamento destes títulos em Blu-Ray. Os nossos contratos não nos davam direitos de lançamento neste formato. Assim que tivermos novidades, anunciaremos.
Atenciosamente,
Imagem Filmes.
Olá, Imagem Filmes,
Demorei para adquirir a confiança desta produtora, sempre por causa dos receios causados por mutilações de imagem e áudios aquém da qualidade esperada.
Quando finalmente restauro a confiança, começando a adquirir os pordutos em Blu-ray (Kill Bill 1 & 2, Guerra ao Terror, dentre outros títulos em minha coleção), me aparece mais essa pixotada.
O que gostaria de saber é o que a Imagem Filmes (e por que não, o espectador também) ganha com essa compressão a mais feita?
Antes fosse para incluir uma penca de extras ou trilhas de áudio a mais e manter tudo em um só disco. Mas não é o caso.
Parece ser compressão por esporte mesmo, porque o resultado ficou em 17 GB. Um BD single-layer tem 25, ainda sobram 8 GB. Imagine se fosse um BD-50 então? É pra tirar do sério, né não?
Sei lá, como colecionador e cinéfilo, o que mais espero das distribuidoras é respeito aos formatos originais, tanto de tela quanto de som. Sem economias ditas “porcas”, ou seja, que não revertem em vantagem alguma para o consumidor ou para a distribuidora, como é o caso desta compressão excessiva.
Espero mesmo que, conforme responderam acima, estão buscando melhorar cada vez mais. O que é muito bom, até porque, comparado a outros lançamentos da própria Imagem Filmes, o caso deste filme foi um baita retrocesso.
Ainda bem que eu não o quero em minha coleção, mas se fosse com um título que eu quisesse muito, iria ficar bem chateado e procurar uma cópia no exterior mesmo que não tivessem legendas.
Atenciosamente,